29 de junho de 2021

Ourofino apresenta rentabilidade e custos de produção da cana em live do 17º Agronegócios Copercana

Ourofino apresenta rentabilidade e custos de produção da cana em live do 17º Agronegócios Copercana

Os números servem de parâmetro para que o produtor possa se preparar para a safra 21/22 considerando seus custos e a perspectiva de rentabilidade ao final

A Ourofino Agrociência promoveu na tarde desta terça-feira, 29, uma live para apresentar os números mais recentes sobre o custo de produção da cana-de-açúcar. Os dados fazem parte de um levantamento feito pelo Pecege (Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas) e divulgado pelo professor João Rosa, o 'Botão' durante o 17º Agronegócios Copercana.

A apresentação realizada pela Ourofino Agrociência serve como parâmetro para que o produtor se prepare para esta safra, levantado em consideração, os custos com a produção de cana-de-açúcar e as suas perspectivas de rentabilidade ao final.

“É sempre um prazer estar aqui com vocês. Pelo segundo ano que tenho oportunidade de participar do ‘Agronegócios Copercana’. Agradeço a Ourofino que viabilizou a nossa vinda aqui. Ela é uma parceira do Pecege Projetos. A ideia é falar dos últimos valores de referência que temos apurado para o custo de produção do setor sucroenergético e falar um pouco das tendências e perspectivas do Pecege para essa safra que vem se demonstrando extremamente desafiadora”, destacou João Rosa.

Durante a apresentação, Botão detalhou o levantamento feito pelo Pecege Projetos que considerou os custos dos principais fatores como formação do canavial, troca, colheita, até chegar ao custo total efetivamente.

Os números são provenientes do ‘Compara Usinas’, uma iniciativa do Pecege Projetos e hoje conta com a participação de mais de 80 unidades em 50 grupos agroindustriais.

“Todos os números e valores devem ser compreendidos como um grande norte. Penso que o objetivo do Pecege Projetos em fazer o levantamento não é acertar efetivamente na mosca, até porque a questão da padronização das informações é completamente desafiadora. As empresas acabam controlando os custos, mas existem muitas particularidades. O que fazemos e cada vez melhor é trabalhar no afinamento dessa metodologia, mas no fim é lembrar que isso acaba sendo uma referência. Por isso vale essa ressalva nas interpretações”, frisou Rosa. 

Os dados consideraram as usinas produtoras da região Centro-Sul, não sendo incluso nessa análise unidades da região Nordeste.

“É uma amostra relativamente significante, pois, estamos falando de aproximadamente um terço da moagem nacional. Estamos mostrando aqui informações mais relacionadas a custo agrícolas, mas obtidas junto a unidades agroindustriais”, apontou João Rosa.

Além dos números da safra passada, Botão destacou como tem se desenrolado a safra 21/22. Segundo os dados do Pecege, a nova safra deve ter uma redução de 7,5% em relação à Safra 20/21. O professor aponta uma moagem de 560 milhões de toneladas.

O especialista destaca ainda que apesar da queda na moagem, os números de Açúcar Total Recuperável (ATR) devem ser bons. “O preço médio de ATR (R$/Kg) deve ficar em 1,0238. No melhor dos cenários, esse valor pode ser de 1,0732”, comentou Botão durante a live.

Perdeu essa live? Não se preocupe... Assista CLICANDO AQUI.

 

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